
Eu que mudei! E foi meu peso que mudou; as minhas poucas penas... As minhas calças mais largas; os meus sapatos mais gastos! Tudo que fui um dia mudou. E não foi por custa da vida. Foi por poesia! Essa mutação de quem caminha só, tendo seu mundo o mesmo conceito: Pesado demais para parar, leve de mais para seguir a diante!




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